Seu dedo não é podre, ele apenas aponta para dores que precisam ser curadas

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Imaturos, machistas, preconceituosos e por vezes carentes. Esse é um dos padrões que geralmente tem caído na sua rede ou até mesmo andam lhe rondando, às vezes você até se pergunta por que eu só me envolvo com os homens errados?

Vou te falar a verdade e vai doer! A responsabilidade por atrair esse padrão é sua mesmo.

Autoestima baixa – Durante muito tempo a mulher sempre buscou relacionamentos duradouros seguindo as crenças ancestrais femininas, casamento é para sempre.

Medo de ficar sozinha – A crença do ficar para a titia predomina nessa situação, devido ao medo de ficar sozinha acaba aceitando a primeira “oferta do mercado” o símbolo da relação passa a ser muito mais importante que o companheiro em si

Necessidade em ser a mãe/ salvadora – O parceiro já demonstrou e disse o real interesse na relação, mas mesmo assim quer está ali do lado achando que vai salvar dos vícios, inventam histórias para si própria que o parceiro age de determinada forma por ter sofrido um trauma.

Geralmente, mulheres com esses perfis vem de origem familiar que não tem equilíbrio, presenciaram o tratamento abusivo do pai para a mãe ou a ausência do pai, quando adulta tende inconscientemente repetir um padrão de submissão.

Ou seja, tem um programação rodando em você, um desequilíbrio familiar, o importante é trazer a responsabilidade para si, entender que os padrões precisam ser quebrados e as crenças não são suas, que você pode fazer suas próprias escolhas e ser feliz.

Não saber como romper esses padrões? Clica no link da bio e vamos conversar!

Fez sentido para você? Compartilha, marca a amiga, que precisa muito ler isso.

Fabiana Silva

Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica

CRTH-BA 02033/19

 

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Sobre o Autor

Sou Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica, publicitária, pisciana, apaixonada pela vida. Habilitada em Tarot Terapêutico, constelação familiar, regressão, reprogramação mental. Sobre experiência de vida? Tenho várias... Na falta de amigos já conversei com o espelho, já quis ser astronauta, atriz, escritora, médica e advogada. Já roubei beijos e já confundi sentimentos. Peguei atalhos para chega mais cedo e me perdi no caminho. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já chorei sentada atrás da porta do quarto, já fugi de casa pra sempre e voltei em poucos instantes, já fiquei sozinha na multidão. Já vi vários pôr-do-sol, mas sempre me deslumbro como se fosse o primeiro. Já senti medo do escuro, de fantasmas, das pessoas, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente, já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já chorei por ver amigos partindo e fiquei feliz quando novos amigos chegaram. São tantos momentos guardados em álbuns de fotografia, quase que esquecidos no fundo da gaveta.