Os ciclos só encerram depois de cumprirem seu papel em nossas vidas

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Aceite os fechamentos de ciclos, agradeça, se você passou por alguma mudança que não estava esperando, significa que seu ciclo naquele ambiente se encerrou, você aprendeu a lição e passou para o próximo nível.

Novas oportunidades só chegam depois que aprendemos a abrir mão e deixar ir, tentar permanecer num ciclo que já se fechou é totalmente desgastante, precisamos aprender a está aberto e disponível para o novo, mudar a rota, não é sinal de fraqueza ou covardia, e sim de coragem.

Somos criados a acreditar que as coisas e pessoas nos pertencem, quando na verdade não existe verdades absolutas nem garantias de nada.

Para que de fato haja uma renovação é necessário aprender a lidar com nossos sentimentos internos, reavaliar situações e pessoas, aprender a deixar ir, seja sentimento, trabalho ou pessoas.

Precisamos aceitar quem nós somos, que a vida é feita de ciclos e as rotas e trajetórias podem ser redirecionadas a qualquer momento, afinal você está no controle.

Comece a observar como cada ciclo se encerra, é igual e diferente ao mesmo tempo, como diz a música de Lulu Santos, “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”.

Instagram: Fabi.Terapeuta

Fabiana Silva

Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica

CRTH-BA 02033/19

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Sobre o Autor

Sou Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica, publicitária, pisciana, apaixonada pela vida. Habilitada em Tarot Terapêutico, constelação familiar, regressão, reprogramação mental. Sobre experiência de vida? Tenho várias... Na falta de amigos já conversei com o espelho, já quis ser astronauta, atriz, escritora, médica e advogada. Já roubei beijos e já confundi sentimentos. Peguei atalhos para chega mais cedo e me perdi no caminho. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já chorei sentada atrás da porta do quarto, já fugi de casa pra sempre e voltei em poucos instantes, já fiquei sozinha na multidão. Já vi vários pôr-do-sol, mas sempre me deslumbro como se fosse o primeiro. Já senti medo do escuro, de fantasmas, das pessoas, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente, já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já chorei por ver amigos partindo e fiquei feliz quando novos amigos chegaram. São tantos momentos guardados em álbuns de fotografia, quase que esquecidos no fundo da gaveta.