Olhe para tudo o que foi! Sem julgamento. Com amor.

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Dói sabe da rejeição quando ainda era um bebê. Dói saber que houve abandono por parte dos pais, dói ver que existiu histórias de abusos na infância. Dói ver que pessoas foram excluídas por não estarem dentro das regras da sociedade. Dói ver que por não saber lidar com suas dificuldades.

Mas fica o questionamento: viver na inconsciência não dói mais? Quando ficamos na ignorância, o sofrimento vem de qualquer jeito, ninguém é poupado das suas dores. Você acha que não? Como podemos explicar sobre a sua carreira que não deslancha, depois de vários cursos e aperfeiçoamentos, a vida parece não ter rumo, os relacionamentos nunca dão certo, as amizades não são duradouras, sente que está produzindo, e outras tantas dores. A diferença é que nos resignamos e então nos colocamos em uma posição de não poder modificar nada. Sentamos no banquinho de vítima e escolhemos o papel do sofrimento, em vez do papel da coragem e da busca pela mudança.

Agora, o ponto mais importante de tudo isso é: a constelação familiar não é de fato uma terapia como o Bert Hellinger diz. A constelação familiar é a vida. A sessão de constelação familiar te ajuda a enxergar o que já existe, e te ajudar a modificar seu olhar, sua percepção, para que você receba o melhor que puder, com tudo o que foi. Sem julgamento. Com amor.

 

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Sobre o Autor

Sou Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica, publicitária, pisciana, apaixonada pela vida. Habilitada em Tarot Terapêutico, constelação familiar, regressão, reprogramação mental. Sobre experiência de vida? Tenho várias... Na falta de amigos já conversei com o espelho, já quis ser astronauta, atriz, escritora, médica e advogada. Já roubei beijos e já confundi sentimentos. Peguei atalhos para chega mais cedo e me perdi no caminho. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já chorei sentada atrás da porta do quarto, já fugi de casa pra sempre e voltei em poucos instantes, já fiquei sozinha na multidão. Já vi vários pôr-do-sol, mas sempre me deslumbro como se fosse o primeiro. Já senti medo do escuro, de fantasmas, das pessoas, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente, já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já chorei por ver amigos partindo e fiquei feliz quando novos amigos chegaram. São tantos momentos guardados em álbuns de fotografia, quase que esquecidos no fundo da gaveta.