A importância do consumo do maracujá

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O maracujá está entre as frutas mais produzidas e consumidas no Brasil, pois o clima tropical ou subtropical é ideal para seu bom cultivo. Existem várias espécies da fruta, como o maracujá melão, guaçú, mirim, entre outros, e dentre estes tipos se pode encontrar o maracujá com casca lisa (mais azedo) e o maracujá com a casca mais enrugada (mais doce).

Está fruta possui muitos benefícios como: poucas calorias, aproximadamente 70 kcal, calmante natural (alcaloides e flavonoides que agem no sistema nervoso central), antioxidante, baixa carga glicêmica, fonte de vitaminas e minerais (vitaminas do complexo B, A e C, cálcio, ferro, potássio), rica em fibras, previne e controla diabetes e a hipertensão, reduz o mau colesterol, ajuda a emagrecer.

O maracujá apresenta grande quantidade de pectina, uma fibra encontrada na casca da fruta, que no estômago se transforma em um gel que não digere e dá saciedade. A pectina ainda auxilia na eliminação de gordura pelas fezes.

As sementes possuem um óleo rico em ácidos graxos e as folhas são utilizadas principalmente para medicamentos e chá calmantes, pois apresentam a maior parte dos ativos tranquilizantes.

Ultimamente, está sendo muito utilizada também a farinha de maracujá, feita com a casca da fruta e que pode ser misturada as preparações.

O maracujá pode ser consumido de diversas formas, como sucos, chás, molhos, em receitas, e a fruta in natura (preferencialmente sem mastigar as sementes). É uma ótima opção na última refeição do dia, pois possui fitoquímicos e efeitos calmantes que auxiliam no sono.

Como o equilíbrio é fundamental para tudo na vida, não é recomendado o exagero no consumo do maracujá, pois pode causar uma queda de pressão arterial intensa, e a acidez pode ser prejudicial ao organismo, principalmente ao fígado.

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Sobre o Autor

Nutricionista Francyne Souza CRN5 7834/P, graduada pela Faculdade Nobre de Feira de Santana. Pós-graduanda em Fisiologia do Exercício-Prescrição do Exercício, possui curso de extensão em Analise físico-quimica dos alimentos.

Experiência em atendimentos, principalmente com adolescentes e jovens adultos, e em fábrica de alimentos, elaboração de manual de boas práticas de fabricação.